Eu sinto saudade da passividade com que você aceita meus lábios quando te beijo e da reação completamente instintiva do teu corpo quando se excita. Da ânsia que te impele quando o desejo ascende. E dos teus músculos relaxando, ao fazê-lo cessar.
A memória, vira e mexe traz à tona cada detalhe do cheiro da tua pele, do gosto que tem o teu gosto; aliando-se ao tempo e dando origem a um tipo de dor unicamente contemplativa, que só baixa a guarda quando te tenho e que volta em seguida, ao notar que você já se foi.
Ah, como eu amo você.
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