Um brinde.
À toda sorte de um amor estável, tranquilo. Aos novos amigos, que agora se fazem presentes tal qual os de outrora. Ao flerte, tão vazio quanto um sorriso por educação. Ao desejo.
Aos novos objetivos: mesma essência, outra roupagem. Às vivências, mortas ao se fazerem memória.
Que tudo se sepulte e que o desconhecido me abale! O que é que urge; a alma, o tempo, a vida? Todo meu ser sufoca e suplica!
Eu tenho tanto medo de estagnar...
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Um comentário:
"Estagnar" é um verbo que não combina com você. Você é movimento. Você é o que te movimenta. Um turbilhão de emoções e sensações, de vontades e desejos, de ações e reações, que te levam de um lugar a outro, a outros espaços, outros tempos, outros suspiros, outras frustações e tantas conquistas... E de ciclo em ciclo, você vai indo, indo, indo... E o teu medo (confesso), permanece antítese do caminho pelo qual você vem seguindo.
E eu tenho tanto orgulho de você.
E me faço porto - pro teu repouso -, ponte -"sobre águas turbulentas" -, e companhia, pra que de quando em quando possamos caminhar juntas, compartilhando as nossas vivências.
Estagnar é um verbo que não combina com a gente.
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